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terça-feira, 2 de julho de 2013

IX Encontro de Educação: Criatividade e Cidadania



Para saber mais: http://www.ipiaget.org/noticias/detalhes/81

VIII " A escola no mundo, o mundo na escola"



Programa de Atividades

VIII Encontro “A escola no mundo, o mundo na escola

Lisboa, 6 de julho - ver programa; inscrições até 30 de junho.
Estão convidados todos os educadores/as.

Este Encontro, organizado pelo CIDAC e pela Fundação Gonçalo da Silveira, em colaboração com um grupo de educadoras e educadores interessados e envolvidos na temática da cidadania global, terá como tema específico “Práticas colaborativas e reflexivas, a ECG em rede” e apresenta-se com o objetivo de promover e reforçar a intervenção de educadores/as na área da Educação para a Cidadania Global (ECG) através de um espaço de reflexão, de debate, de partilha e de participação conjunta.


Para saber mais: http://www.cidac.pt/index.php/o-que-fazemos-2/atividades-e-projetos/programa-de-atividades/


terça-feira, 28 de maio de 2013

Encontro de Educadores para a Cidadania Global na Escola: 31 / 5, Esc. Sec. da Amora

"O projeto Povos, Culturas e Pontes promove no próximo dia 31 de maio, entre as 15.30 e as 19.30 horas, no auditório da Escola Secundária de Amora, o Encontro Local de Educadores para a Cidadania Global na Escola.
A iniciativa pretende reforçar o papel do educador de cidadania global, criar oportunidades para a apresentação das atividades já realizadas, mobilizar os participantes para a implementação de ações em contexto escolar e refletir sobre o papel do cidadão e a sua visão crítica."

Para saber mais: http://inclusaoaquilino.blogspot.pt/2013/05/encontro-local-de-educadores-para.html

domingo, 27 de janeiro de 2013

"Linhas Orientadoras de Educação para a Cidadania" - uma confusão?!


A quem serve esta "confusão"? A quem servem estes espartilhos?

 In http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaocidadania/index.php?s=directorio&pid=71

A propósito do dia 30 de janeiro, o Dia escolar pela não violência e pela paz (dia do assassinato de Mahatma Gandhi), fui à procura do que se diz na página oficial do MEC sobre Educação para a Cidadania, assumindo uma estreita, e natural, relação entre esta e a Educação para a Paz. Encontrei nesta página: http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaocidadania/index.php?s=directorio&pid=71 - datada de dezembro 2012, as Linhas Orientadoras de Educação para a Cidadania, que li atentamente.

A Educação para a Paz aparece associada à Educação para a segurança e defesa nacional «que pretende evidenciar o contributo específico dos órgãos e estruturas de defesa para a afirmação e preservação dos direitos e liberdades civis, bem como a natureza e finalidades da sua atividade em tempo de paz» (DGE / MEC, 2012). Na minha perspetiva, trata-se, segundo os estudiosos (d'Ambrósio, 2002; Jares, 1991; Pureza, 2004; Galtung, 2005), da mais pobre e redutora forma de encarar a Educação para a Paz, pois limita-a à ausência de guerra, ou seja, a paz encarada apenas como antónimo de violência direta.

Todos sabemos que existem nas nossas sociedades outras formas de violência, as da violência indireta, que impedem a realização plena de cada ser humano e o respetivo contributo para o desenvolvimento humano do grupo social a que pertence - a plena realização de cada um está intimamente associada ao desenvolvimento social e humano dos coletivos a que pertence. Neste texto do MEC, ignora-se a violência estrutural, relacionada com a satisfação das necessidades básicas necessárias à sobrevivência de qualquer ser humano. Ignora-se a violência cultural exercida através dos media (e dos medos, como diz Castells, 2009) e de outras entidades manipuladoras de consciências (sobretudo as religiosas).

Não estranho esta visão por parte do atual governo - para quem a participação democrática também parece reduzida à democracia formal, ou seja, à participação nos atos eleitorais, as eleições nacionais: as legislativas, as autárquicas e as para a presidência da República.

Por seu turno, a Educação para a Cidadania, de acordo com este documento, é constituída por diversas componentes, mais ou menos instrumentais, mais ou menos essenciais à vivência comum democrática e quotidiana, mais ou menos próximas do grande referencial comum, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Assim, temos:
- a educação rodoviária;
- a educação para o desenvolvimento;
- a educação para a igualdade de género;
- a educação para os direitos humanos;
- a educação para a segurança e defesa nacional;
- a promoção do voluntariado;
- a educação ambiental/desenvolvimento sustentável;
- a dimensão europeia da educação;
- a educação para os media;
- a educação para a saúde e a sexualidade;
- a educação para o empreendedorismo;
- a educação do consumidor;
- a educação intercultural.

Tudo dimensões que fazem parte das nossas vidas e do nosso viver em sociedade, não há dúvida, mas que, em meu entender, muito facilmente poderíamos relacionar com as diversas disciplinas ou áreas curriculares. Ambos os tipos de onhecimento teriam a ganhar, quer os saberes disciplinares que poderiam ser mais contextualizados, logo relacionados com a realidade, assumindo um maior significado para alunos e professores; quer estas dimensões transversais, uma vez que poderiam ganhar também um outro significado na sua relação com as áreas tradicionais do conhecimento, as áreas disciplinares mais antigas. A não ser assim, tudo fica árido e seco, despido de sentido e descontextualizados, deixando cair as relações e os afetos, bem como os sentimentos e as emoções que sempre as acompanham, a par da poesia, da criatividade, autorizamos que uma racionalidade mecânica, determinista se imponha. Foi isso que nos trouxe ao ponto, ao momento em que nos encontramos.

Em minha opinião, a Educação para a Paz está relacionada com o sonho, com a utopia, que antevemos e desejamos para o vivermos em conjunto, o vivermos em sociedade, numa sociedade aberta em que as contradições, conflitos e tensões são resolvidas de forma não violenta e criativa, nomeadamente através de ações dialógicas, contribuindo assim para o desenvolvimento dos indivíduos (nas suas várias dimensões) e dos coletivos a que pertencem. É a partir daqui que se deve pensar e repensar a escola e tudo o que nela se passa.

[Atualizado a 31/10/2014.]

Referências:
Castells, M. (2009). Communication and Power. Oxford: University Press
D'Ambrosio, U. (2002). Educação Matemática da Teoria à Prática. Campinas, S. Paulo: Papirus Editora
Galtung, J. (2005). Três formas de violência, três formas de paz. A paz, a guerra e a formação social indo-europeia. Revista Crítica de Ciências Sociais, Nº 71, pp. 63-75
Jares, X.R. (1991). Educación para la paz. Su teoría y su práctica. Madrid: Educación Popular
Pureza, J.M. (2004). Editorial. P@x - Boletim on-line. Núcleo de Estudos da Paz, N.º 1. Recolhido em http://www.ces.uc.pt/nucleos/nep/media/pdfs/P@x1port.pdf

sábado, 5 de maio de 2012

A pomba de Educadores pola Paz 2012



A pomba da Paz chegóu!! Despois de tres horas voando, caéu en Viana do Bolo (Ourense)...o pobo onde nacéu Suso Jares
[O fundador e inspirador do Movimento Galaico - Português de Educadores pola Paz. ]


terça-feira, 1 de maio de 2012

«Largada da Pomba da Paz»

XXVI Encontro de Educadores Galego Portugueses pela Paz, Chaves, 27, 28 e 29 de Abril 2012
 


  Carta enviada por quem recolheu a «Pomba da Paz»
"Ola! En primeiro lugar dicirlles que me comunico con vostedes, para informalos sobre a pousada da pomba da paz.
Ela decidiu pousarse aquí nun monte de Bembibre, un pobo do concello de Viana do Bolo, provincia de Ourense, en Galicia.
"Este suceso produciuse arredor das 17:15 do Sábado 28 de Abril, polo que lin na rede, vendo o programa do XXVI encontro de Educadores pola Paz, levoulle unhas 3 horas esta larga viaxe.
O meu mozo máis eu, iamos por unha estrada no coche, cando de pronto miramos cara o ceo e vimos un obxecto estraño no aire, entón paramos e puxémonos a investigar. O primeiro que se nos pasou pola mente era a posibilidade de que fose un cataventos pero non nos cadraban as cousas de todo. Entón dispuxémonos de uns prismáticos.
Percibimos que era unha pomba, e que por riba levaba dous grandes globos amarelos. Mirando para ela durante un minutos notamos a súa disposición, grazas a gravidade, a caer, entón foi cando descubrimos que se pousaba nun monte.
Os dous nos botamos a andar e finalmente demos dela, estaba alí pousada e decidimos recollela, despois dun e outro obstáculo (paredes, árbores...) debido as súas dimensións e o seu fráxil material. Finalmente sacámola ata a estrada máis próxima, dos dous globos que chegaron intactos só conseguimos que quedara un e unha das catro alas que levaba a parte traseira tamén sufriu certos danos, pero témola gardada para repola.
Finalmente gardámola nunha nave e foi cando por fin leemos a carta detidamente, decidimos comunicarnos con vós para que tiverades noticias dela pero como xa saben, o dia 1 de Maio é festivos pola celebración do día do traballador, e as dúas escolas públicas da zona fixeron ponte, entón hoxe non foi día lectivo.
O mércores , día 2 de Maio imos ir a entregala a unha delas, aínda nos décimos a cal, imos falar ca dirección de ámbolos dous para haberse algún ten previsto seguir o circulo, de todas formas supoño que este encontro estará organizado por nenos, entón en primeiro lugar miramos no colexio de primaria (C.E.I.P Bibei) e senón será no instituto (I.E.S Carlos Casares).
Gustaríame volver a ter noticias de vostedes, pola nosa parte xa lles afirmarei en escola a entregamos. E tamén dicirlles que nos fixo ilusión encontrala e grazas a nós que a pomba poda seguir esta viaxe, ademais de darlle a oportunidade de crear un vínculo con escolas da nosa zona.

Atentamente, Lorena e Roberto"
Através do grupo do Facebook: https://www.facebook.com/groups/EncontrosPaz/