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quarta-feira, 21 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
"Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade" (TDAH) ou uma "doença fictícia"
É preocupante que muitos pais, bem como profissionais da área da
Educação e da Saúde Infantil, incluindo a saúde mental infantil, ainda
não saibam que segundo o próprio Dr. Leon Eisenberg, pai científico
deste "distúrbio", se trata de um bom exemplo de uma doença fictícia.
Existem também já estudos que comparam o que se passa nos EUA (com 5 a
9% de crianças diagnosticadas com TDAH), onde predomina uma abordagem
neurobiológica, com o que se passa em França (com 0,5% de crianças
diagnosticadas), país em que prevalece uma abordagem social e cultural a
esta questão.
Deixo aqui alguns links sobre este assunto, que recomendo a quem trabalham nas áreas acima enunciadas, como início de leituras:
a) a última entrevista do Dr. Leon Eisenberg: "Pai do transtorno do deficit de atenção declara-se mentiroso" - http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/
b) Entrevista a Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade de Campinas (Brasil): "A ritalina e os riscos de 'genocídio do futuro'" - http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro?language=pt-br
c) "Por que as crianças francesas não têm deficit de atenção?" - http://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/
d) "Saudável em França e doente no EUA"? - http://www.viomundo.com.br/entrevistas/heloisa-villela-normal-na-franca-doente-nos-estados-unidos.html
e) "Ritalina: o monstro da infância" - http://portugalmundial.com/2013/07/ritalina-o-monstro-da-infancia/
Foto de: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro?language=pt-br
Deixo aqui alguns links sobre este assunto, que recomendo a quem trabalham nas áreas acima enunciadas, como início de leituras:
a) a última entrevista do Dr. Leon Eisenberg: "Pai do transtorno do deficit de atenção declara-se mentiroso" - http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/
b) Entrevista a Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade de Campinas (Brasil): "A ritalina e os riscos de 'genocídio do futuro'" - http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro?language=pt-br
c) "Por que as crianças francesas não têm deficit de atenção?" - http://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/
d) "Saudável em França e doente no EUA"? - http://www.viomundo.com.br/entrevistas/heloisa-villela-normal-na-franca-doente-nos-estados-unidos.html
e) "Ritalina: o monstro da infância" - http://portugalmundial.com/2013/07/ritalina-o-monstro-da-infancia/
Foto de: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro?language=pt-br
quinta-feira, 15 de maio de 2014
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Cozinha comunitária: uma construção social nas Terras de Lelo Martins (Costa da Caparica)
Esta é uma excelente notícia!!
"Sem água, saneamento, electricidade e em casas extremamente precárias. São estas as condições de vida de cerca de 500 pessoas – das quais aproximadamente 100 são crianças – que habitam nas Terras de Lelo Martins.
O ateliermob começou a trabalhar com esta comunidade há mais de um ano no âmbito do workshop “Noutra Costa”, promovido pelo Departamento de Arquitectura e pelo Centro de Estudos de Arquitectura, Cidade e Território da Universidade Autónoma de Lisboa. Com o posterior apoio do projecto Fronteiras Urbanas – uma das poucas entidades com actividade visível no bairro – desenvolveu-se um processo participado em que os moradores decidiram que a intervenção prioritária seria a construção de uma cozinha comunitária com o necessário abastecimentos pontual de água."
Para saber mais: http://ateliermob.com/tag/%23+189
Foto da reunião da comissão de moradores do bairro "Terras de Lelo Martins"
"Sem água, saneamento, electricidade e em casas extremamente precárias. São estas as condições de vida de cerca de 500 pessoas – das quais aproximadamente 100 são crianças – que habitam nas Terras de Lelo Martins.
O ateliermob começou a trabalhar com esta comunidade há mais de um ano no âmbito do workshop “Noutra Costa”, promovido pelo Departamento de Arquitectura e pelo Centro de Estudos de Arquitectura, Cidade e Território da Universidade Autónoma de Lisboa. Com o posterior apoio do projecto Fronteiras Urbanas – uma das poucas entidades com actividade visível no bairro – desenvolveu-se um processo participado em que os moradores decidiram que a intervenção prioritária seria a construção de uma cozinha comunitária com o necessário abastecimentos pontual de água."
Para saber mais: http://ateliermob.com/tag/%23+189
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
"Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos"!!
"(...) As mudanças que estão em curso vão ter de envolver, obrigatoriamente,
cinco dimensões: a política, a tecnológica, a pedagógica, a curricular e
a da formação de professores. (...)"
Muito bem escrito! Com base em autores e investigadores de referência a nível nacional (Vitor Teodoro, João Barroso, Anónio Dias de Figueiredo) - A não perder!!
Para ler mais: http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265
Muito bem escrito! Com base em autores e investigadores de referência a nível nacional (Vitor Teodoro, João Barroso, Anónio Dias de Figueiredo) - A não perder!!
Para ler mais: http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265
Etiquetas:
As TIC na Educação,
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educação inclusiva
sábado, 31 de agosto de 2013
"A guerra é a guerra", por José Manuel Pureza
Uma importante reflexão sobre como tentam manipular as opiniões públicas no que diz respeito à(s) guerra(s), neste caso concreto a guerra civil na Síria.
"Há duas características marcantes do atual modo ocidental de fazer a guerra. A primeira é a força social dada a narrativas de legitimação que acomodam a realização da guerra nas opiniões públicas: a guerra será rápida, será cirúrgica, não haverá baixas e logo logo regressaremos à normalidade tranquila. A segunda característica é a interdição do uso do nome "guerra" para designar aquilo que se faz. São "operações militares", é "intervenção humanitária", é "proteção de civis". Agora, na Síria, será "uma séria advertência ao regime de Damasco". Mas essa variação semântica disfarça mal o que realmente conta: é sempre e só de guerra que se trata. (...)"
In DN, 30/08/2013
Para saber mais: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3394447
"Há duas características marcantes do atual modo ocidental de fazer a guerra. A primeira é a força social dada a narrativas de legitimação que acomodam a realização da guerra nas opiniões públicas: a guerra será rápida, será cirúrgica, não haverá baixas e logo logo regressaremos à normalidade tranquila. A segunda característica é a interdição do uso do nome "guerra" para designar aquilo que se faz. São "operações militares", é "intervenção humanitária", é "proteção de civis". Agora, na Síria, será "uma séria advertência ao regime de Damasco". Mas essa variação semântica disfarça mal o que realmente conta: é sempre e só de guerra que se trata. (...)"
In DN, 30/08/2013
Para saber mais: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3394447
domingo, 4 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Sou de muitas famílias ... No Fórum Fronteiras Urbanas (FU)
Foram três dias. Três grandes DIAS, muito intensos!! Um programa inesquecível (a ver AQUI).
Descobri ao longo destes dias que sou de muitas famílias, que tenho a sorte, o privilégio, de pertencer a diferentes grupos sociais e de ter muitos amigos.
Foram as comunicações, de cá e do outro lado do oceano - tudo tão desafiante, tão interessante!! Gente que vem do Brasil, da Costa da Caparica, de Cabo Verde, de Lisboa, gente que vem da pesca, da venda ambulante, do trabalho doméstico, da educação social, da investigação, das artes (da dança, da pintura e da poesia) da educação, da arquitetura, do transporte de água, da agricultura, ... da subsistência ...
Gente que chora, que dança, que fala dos seus problemas, da água que têm que ir buscar a mais de 600 m. Gente que fala da investigação que faz. Participantes nas mesas redondas, amigos e amigas que se encontram, de infância, irmandades várias e cruzadas. Não só as da terra de origem, mas a de outras origens, de outros encontros e cruzamentos.
Comecei por ouvir algumas das comunicações do primeiro dia sobre "Mediação social e comunitária": A metodologia TANDEM, da Cova da Moura; o Diálogo Inter Religioso, como forma de mediação; A(s) Medição(ões) no FU - tudo muito vivido e refletido.
Participei depois nos workshops de saberes tradicionais: o do batuko, das danças ciganas, acabando com um momento de danças de roda, danças folk - que delícia foi.
No segundo dia começámos pela apresentação de projetos, sobretudo pelos projetos de aquitetura - estudos e ensaios de jovens estudantes arquitetos sobre o bairro, "Entre Projetos".
Seguiu-se um momento musical muito animado, e dançado, com a participação musical do Grupo Cultural e Desportivo do Banco de Portugal.
Na mesa redonda seguinte, a diversidade de participantes foi grande: uma coreógrafa; um representante do Gabinete de Urbanismo da Câmara Municipal de Almada (CMA); uma investigadora brasileira que veio contar como em Salvador uma comunidade piscatória, que sempre viveu junto ao mar, tem resistido à pressão imobiliária para ser deslocada; um arquiteto da Universidade Autónoma de Lisboa; e representante da comunidade do bairro. Foi um momento de grande emoção, mas também de grande contenção, onde foi lida uma carta já enviada à CMA, em 2008, pelo representante do bairro, colocando a questão da falta de água no bairro.
Depois do almoço continuaram as comunicações, tal como no dia anterior, e vieram depois os Círculos de Cultura (CC). Aquele em que estive presente, o dos educadores sociais foi de uma grande riqueza e diversidade: os quatro convidados falaram sobre o seu contexto profissional, mas propuseram também uma atividade prática de dinamização do grupo, que foi implementada.
Há pouco, pensando no que aconteceu neste CC, lembrei-me de Pessoa:
'Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.'
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.'
Fernando Pessoa
Vem a propósito da poesia vadia, dos lindos poemas distribuídos, no final do CC, para lermos uns aos outros. Foi outro momento mágico, perto do lago, antes de ir levar as amigas do Algarve à camioneta.
No último dia, aconteceu a conferência do Prof. Ubiratan d'Ambrósio - sempre uma delícia, seguida de uma mesa redonda sobre «Amor, Cultura de Educação: Caminhos de Liberdade». Da parte da tarde houve ainda uma outra mesa redonda sobre «Comigo, contigo e com o outro: Cidadania planetária, espiritualidade e educação». Temas fascinantes, pelos contributos inteletuais, mas também emocionais, pelas preocupações existenciais, pelo enraizamento, a encarnação - ninguém deixou cair a preocupação com a urgência de haver um ponto de água no centro do bairro, bem pelo contrário. Foi uma partilhar de questões que se prolongou e não mais teria fim.
Vieram, por fim, «As Aves Migratórias».
Este Fórum Fronteiras Urbanas / APOCOSIS, foi o culminar do projeto Fronteiras Urbanas (Ver o vídeo abaixo sobre o projeto FU)
Para saber mais:
[Atualizado às 12h00, 3/8/2013]
domingo, 21 de julho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Tonucci: Cortar na educação é suicídio social
Francesco Tonucci: ´Recortar en educación es un suicidio social, cultural, moral y económico´
«Eva Melero "No estamos proponiendo una educación para todos"». Así de claro se expresa el ´niñólogo´ Francesco Tonucci ´Frato´ (Fano, Italia, 1941). "Me sentía incómodo tanto con el nombre de psicólogo, pedagogo, experto... Soy experto en observar y escuchar a los niños", confiesa. Lamenta que la escuela siga siendo "la que yo viví de niño, y estamos hablando de hace muchos años". Explica que procede de "una escuela que era para pocos" y que la mitad de los compañeros se perdían en la Educación Primaria. (...)
«(...) Estoy convencido de que cada uno tiene un ámbito de excelencia, talento, inteligencia, aptitud. El papel de la educación familiar y escolar debería ser ayudar al niño a descubrir su ámbito de excelencia y desarrollarlo lo máximo posible. El enfoque de la educación debería ser trabajar sobre lo que más le guste, porque sobre esto será capaz de realizar los máximos esfuerzos. Los niños desarrollan más jugando que estudiando. Esto garantiza tres cosas: ser felices, la única manera de recuperar las lagunas al sentirse reconocido, y una de las pocas garantías para buscar trabajo. »
Para saber mais: http://www.diariodemallorca.es/palma/2013/06/08/francesco-tonucci-recortar-educacion-suicidio-social-cultural-moral-economico/851558.html
«Eva Melero "No estamos proponiendo una educación para todos"». Así de claro se expresa el ´niñólogo´ Francesco Tonucci ´Frato´ (Fano, Italia, 1941). "Me sentía incómodo tanto con el nombre de psicólogo, pedagogo, experto... Soy experto en observar y escuchar a los niños", confiesa. Lamenta que la escuela siga siendo "la que yo viví de niño, y estamos hablando de hace muchos años". Explica que procede de "una escuela que era para pocos" y que la mitad de los compañeros se perdían en la Educación Primaria. (...)
«(...) Estoy convencido de que cada uno tiene un ámbito de excelencia, talento, inteligencia, aptitud. El papel de la educación familiar y escolar debería ser ayudar al niño a descubrir su ámbito de excelencia y desarrollarlo lo máximo posible. El enfoque de la educación debería ser trabajar sobre lo que más le guste, porque sobre esto será capaz de realizar los máximos esfuerzos. Los niños desarrollan más jugando que estudiando. Esto garantiza tres cosas: ser felices, la única manera de recuperar las lagunas al sentirse reconocido, y una de las pocas garantías para buscar trabajo. »
Para saber mais: http://www.diariodemallorca.es/palma/2013/06/08/francesco-tonucci-recortar-educacion-suicidio-social-cultural-moral-economico/851558.html
domingo, 2 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Obra completa de Paulo Freire - download
Link para fazer o download da obra completa de Paulo Freire:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/04/obra-completa-de-paulo-freire-gratis-para-download.html
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