domingo, 28 de junho de 2015

X Encontro Nacional Educação para a Cidadania Global - 4 de julho


Para saber mais: http://rede-ecg.pt/encontro/


Este Encontro, organizado pela Rede de Educação para a Cidadania Global, terá como tema específico “Diálogos entre o Local e o Global" e apresenta-se com o objetivo de promover e reforçar a intervenção de educadores/as na área da Educação para a Cidadania Global (ECG) através de um espaço de reflexão, de debate, de partilha e de participação conjunta.
Realizar-se-á dia 4 de julho, em Lisboa. Inscriçõesaté 29 de junho. Para mais informações, contactar através deste endereço eletrónico.

Também aqui: http://europa.eu/eyd2015/pt-pt/portugal/events/global-citizenship-meeting

domingo, 14 de junho de 2015

«Recursos nas escolas: os centros e as periferias», por David Rodrigues



«(...) A literatura científica e as posições de organizações internacionais coincidem ao dar como adquirido que o apoio quanto mais cedo for dado, quanto mais precoce, quanto mais preventivo for, melhor. O mesmo tipo de apoio dado numa fase inicial das dificuldades e dado numa fase em que as dificuldades já se encontram instaladas, tem efeitos muito diferentes, isto é, o apoio mais precoce é incomensuravelmente mais proveitoso do que aquele que é dado mais tardiamente. (...) »


Para ler o artigo completo:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/recursos-nas-escolas-os-centros-e-a-periferia-1698756?frm=opi

segunda-feira, 8 de junho de 2015

domingo, 24 de maio de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

«Desconsiderar professores deveria ser crime», Eduardo Sá

Já valeu a pena vir aqui hoje!!! ... smile emoticon
«Os professores e os educadores pegam nas mãos dos nossos filhos todos os dias, encaminham-nos pelo conhecimento ... isto é uma coisa de uma nobreza tal, que desconsiderar professor deveria ser crime.»


Yoga na Escola


No Canadá:

«Au Canada, de nombreux établissements ont fait entrer la « pleine conscience » à l'école. Cette technique permettrait d'améliorer le bien-être et les performances scolaires des élèves.»

Para saber mais: http://www.lemonde.fr/m-perso/article/2015/03/16/la-meditation-comme-outil-pedagogique_4592039_4497916.html#dF5Pr8qQ6AaSE96J.99

quarta-feira, 25 de março de 2015

“Esta escola já acabou” e é preciso “um pensamento diferente”, António Nóvoa




«O ex-reitor da Universidade de Lisboa, Sampaio da Nóvoa, defendeu que “esta escola” que existe agora “já acabou”, “não fiz sentido no século XXI”.
«Aquilo em que Sampaio da Nóvoa , (...), acredita é numa escola que permita a cada aluno construir o seu próprio percurso educativo, modelos que já estão a ser postos em prática em alguns estabelecimentos, mas, lamentou, com menos expressão na escola pública. (...)»

In Público, 21/03/2015, para ler mais AQUI.

terça-feira, 24 de março de 2015

«A Finlandia quer abandonar o ensino por disciplinas das escolas»

Tenho uma grande desconfiança de grandes reformas educativas que são feitas tendo por base quase exclusivamente o princípio das "competências para o mercado de trabalho" - educar e formar é muito mais do que isso. Não deixa de ser uma grande ousadia fazer uma reforma em que se acaba com as disciplinas e trabalha de outra forma, "por tópicos" ... Como "professora generalista" que sou, por opção - desde muito cedo percebi que a compreensão do ser humano e do mundo em que vive, não pode ser espartilhada em disciplinas, como diz Edgar Morin: "O conhecimento deve ser em simultâneo específico e global". Acompanharei este processo com muito interesse a curto e a médio prazo:




«(...)os jovens finlandeses estão a aprender por tópicos, como a “União Europeia”, que engloba a aprendizagem de economia, história, línguas e geografia. Num ponto de vista mais profissional, um aluno que queira especializar-se em restauração opta por um curso que inclui matemática, línguas (para clientes estrangeiros), competências de escrita e habilidades de comunicação oral.
«Ou seja, nada de uma hora de história, seguida de uma hora de química e de uma hora de matemática. A ideia é eliminar uma das maiores interrogações dos estudantes: “porque tenho de aprender isto?”. No novo modelo finlandês, todos os assuntos leccionados estão interligados e existem motivos práticos para os aprender.
«“Aquilo de que precisamos agora é de um tipo de educação diferente que prepare as pessoas para o mercado de trabalho”, explicou Pasi Silander, responsável pelo desenvolvimento da cidade de Helsínquia, ao jornal The Independent, salientando que com os avanços tecnológicos algumas formas de ensino deixaram de fazer sentido. “Os jovens já usam computadores avançados. No passado, os bancos tinham muitos funcionários a fazer cálculos, mas agora tudo mudou. Temos, portanto, de fazer as mudanças na educação necessárias para a indústria e sociedade modernas.”
(...)»

Para saber mais: http://shifter.pt/2015/03/finlandia-quer-abandonar-o-ensino-de-disciplinas-nas-escolas/