quinta-feira, 1 de maio de 2014

«Ser professor é um inferno.», por Sérgio Niza

«A estrutura de ensino simultâneo – todos a aprender a mesma coisa ao mesmo tempo – vem do século xvii e ainda perdura apesar de se saber desde os anos vinte do século xx que é um modelo esgotado. O professor dá uma lição, depois faz uma pergunta, escolhe um aluno para responder e avalia o trabalho substancial que é feito em casa.»
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«Hoje, graças à investigação, sabemos que se aprende dialogando, falando e escrevendo o conhecimento científico e cultural que se estuda na escola. Devemos contar com a inteligência, os saberes e a colaboração dos alunos e os currículos não devem ser um segredo, devem ser eles a geri-los em conjunto com os professores. Persistir neste modelo de não-comunicação equivale a continuar a encarcerar alunos e a impedir a sociedade e as pessoas de se aproximarem da escola.»
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Para saber mais: http://www.noticiasmagazine.pt/2014/ser-professor-e-um-inferno/