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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

segunda-feira, 20 de junho de 2016

XI Encontro Nacional de Educação para a Cidadania Global

Na Escola Superior de Educação de Lisboa, a 9 de julho de 2016

Tal como em Encontros anteriores, pretende-se neste XI Encontro promover e reforçar a intervenção de educadores e educadoras na área da ECG através de um espaço de reflexão, debate, partilha, experimentação e participação conjunta. São ainda objetivos específicos deste Encontro:
- aprofundar as dimensões da ECG e criar sinergias para o desenvolvimento de práticas de ECG nas escolas;
- divulgar a Rede ECG: fundamentos e práticas.
O Encontro terá lugar na ESE de Lisboa. As inscrições decorrem até ao dia 25 de junho 30 de junho, através do preenchimento de ficha de inscrição, disponível AQUI.
Para uma primeira apresentação do Programa do Encontro, ver mais AQUI.

Veja como foi no ano passado o X Encontro Nacional de ECG AQUI.
Para mais informações, contacte por favor a Rede ECG em geral@rede-ecg.pt

Página da Rede ECG: AQUI

sexta-feira, 1 de abril de 2016

UNICEF: "Contos que não são de fadas"

 Histórias verdadeiras de menores inspiram iniciativa global #actofhumanity, com três filmes de animação; campanha enfatiza que não importa de onde venham, cada criança tem direitos e merece uma chance.

Para saber mais: AQUI

In: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2016/03/unicef-lanca-contos-que-nao-sao-de-fadas-sobre-criancas-refugiadas/#.Vv7PNpwrJBx

sábado, 19 de março de 2016

Carta a todos os Presidentes: «Todos nós gostaríamos de pedir a Paz e o Amor no mundo.»

[Encontra AQUI a Carta original. E como tudo começou, veja AQUI.]


Olá, Senhores Presidentes e 
Senhor Primeiro Ministro

Todos nós gostaríamos de pedir a Paz e o Amor no mundo.
Nós soubemos que houve muita gente a sofrer na II Guerra Mundial e ficámos muito impressionados com o que se passou nessa época tão triste. Aprendemos que o Hitler e as suas polícias nazis perseguiram muitos judeus, ciganos e homossexuais e muitos morreram em campos de concentração.
Temos estado a ler o «Diário de Anne Frank» e ficámos muito tristes com tudo o que lhe aconteceu a ela e à sua família.
Foi a este propósito que começámos a pensar no que acontece às pessoas em todas as guerras:  as que aconteceram ao longo dos anos e as que estão a acontecer agora.
Sabemos que é por isso que há tantos refugiados a virem para a Europa. Tal como sucedeu na II Guerra Mundial em que houve muitos judeus a fugirem da Europa para os Estados Unidos da América e para outras partes do Mundo.
Por isso vos escrevemos esta carta a pedir Paz e Amor no Mundo.
Vamos divulgá-la para que muitos mais meninos e meninas peçam pela paz no mundo.
Mandamos muitos cumprimentos a todos,
A turma do 4.º D
Escola EB Leão de Arroios
(18/2/2016)

Nota: Estas são fotos da carta que escrevemos e do cartaz que fizemos. Vamos enviar para vários Presidentes: Presidente da República, Primeiro Ministro, Presidente da Junta de Freguesia, Diretora do Agrupamento, Presidente da ONU, Presidente da UE e Presidente do Parlamento Europeu.

Vamos criar uma grande corrente de cartas de crianças a pedir pela Paz no Mundo!!

Se quiserem juntar-se a nós, neste pedido pela Paz no Mundo, escrevam uma carta também a todos os Presidentes.
Gostávamos muito tamde receber uma cópia da sua carta e uma foto do trabalho que fizerem, para publicarmos aqui no nosso blogue.







domingo, 28 de junho de 2015

X Encontro Nacional Educação para a Cidadania Global - 4 de julho


Para saber mais: http://rede-ecg.pt/encontro/


Este Encontro, organizado pela Rede de Educação para a Cidadania Global, terá como tema específico “Diálogos entre o Local e o Global" e apresenta-se com o objetivo de promover e reforçar a intervenção de educadores/as na área da Educação para a Cidadania Global (ECG) através de um espaço de reflexão, de debate, de partilha e de participação conjunta.
Realizar-se-á dia 4 de julho, em Lisboa. Inscriçõesaté 29 de junho. Para mais informações, contactar através deste endereço eletrónico.

Também aqui: http://europa.eu/eyd2015/pt-pt/portugal/events/global-citizenship-meeting

terça-feira, 22 de julho de 2014

Rede Educação para a Cidadania Global: "IX A escola no mundo e o mundo na escola"


Julho, 5. O IX Encontro ‘A escola no mundo e o mundo na escola’ teve lugar no passado sábado, na Fundação Cidade de Lisboa. Entre os 83 educadores e educadoras participantes, um interesse comum: reforçar a sua intervenção na área da Educação para a Cidadania Global (ECG). Este ano esteve em destaque o tema “Desafios da sociedade, contribuições da Educação para a Cidadania Global”.
Ao longo do dia foram várias as atividades realizadas em torno da partilha e da participação conjunta. Durante a manhã foi apresentada a Rede de Educação para a Cidadania Global (Rede ECG) - uma estrutura criada pelos próprios educadores/as, em resultado do seu entusiasmo pela temática.

Para saber mais:

http://www.cidac.pt/index.php/o-que-fazemos/atividades-e-projetos/atividades-realizadas-2014#Encontro5julho

http://www.fgs.org.pt/wordpress/ix-encontro-a-escola-no-mundo-e-o-mundo-na-escola-motiva-educadoresas-a-enfrentar-desafios-da-sociedade-a-partir-da-sua-pratica/

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

"Um homem pode mudar o curso da História? Pode", by Teresa de Sousa

In PÚBLICO, 10/12/2013


 
1. O momento, hoje, não era dos cínicos, avisou Obama. Ele próprio recuperou a sua dimensão histórica, ensombrada ou esquecida pelas vicissitudes próprias de quem governa o país mais poderoso do mundo. Nenhum outro Presidente americano poderia ter estado ali, naquele estádio onde o mundo se despediu de Mandela, com a distinção que lhe foi concedida. Obama não seria o que é sem a figura inspiradora de um homem que foi capaz de estender a mão aos inimigos e tornar-se, ao fazê-lo, um exemplo que a humanidade abraçou.
A mão que Madiba estendeu a Frederik De Klerk não teria, porventura, sido apertada, se outro homem, antes dele, não tivesse tido a coragem de “descongelar” o mundo. Talvez apenas Gorbatchov se possa comparar com ele. O que os dois fizeram, por caminhos distintos, foi alterar o curso normal da História, impedindo que a queda do império soviético e o fim do apartheid conduzissem a um banho de sangue. Ninguém como eles, nos anos finais do seculo XX, provou até que ponto um homem pode alterar o rumo inevitável dos acontecimentos. Churchill e Roosevelt foram “gigantes políticos” mas o mundo em que viveram apenas considerava metade da humanidade. A única homenagem fúnebre que reuniu um número semelhante de figuras mundiais foi, provavelmente, a que foi prestada a João Paulo II, o primeiro Papa universal que, um dia, desafiou os polacos a “não terem medo”, desferindo o primeiro golpe sobre a “cortina de ferro” e provando que as ideias podem ser mais fortes do que o mais poderoso dos exércitos. Foram precisos outros homens extraordinários, para além de Mandela, para percorrer o caminho que levou o mundo inteiro ao Soweto – o lugar improvável que simbolizou durante décadas a resistência a um dos regimes mais odiosos que o século XX conheceu para que, hoje, se transformasse no símbolo da “humanidade comum” que Obama prometeu e que Mandela encarnou.

2. Foi também preciso que a América tivesse o arrojo de eleger por duas vezes um Presidente negro para que Obama fosse hoje, no Soweto, o orador mais aclamado. Foi ele que pronunciou o discurso mais político, impedindo que as belas palavras de homenagem ao herói da sua juventude escondessem a realidade de um mundo que ainda está pleno de injustiça, de violência e de caos. “Demasiados líderes dizem-se solidários com Mandela, mas não toleram a dissidência no seu próprio povo”. Havia, certamente, alguns na tribuna de onde falou. Obama homenageou o homem para quem os seres humanos eram todos iguais. O homem que estendeu a mão aos carcereiros, conseguindo o milagre de transformar um regime odioso numa democracia.

Dilma, a antiga guerrilheira contra a ditadura militar que lidera hoje uma potência em ascensão, lembrou que “as suas raízes também estão em África”. A Presidente do Brasil, o seu homólogo indiano e o vice-Presidente chinês tiveram direito à palavra e ao aplauso mais por aquilo que representam do que pelos discursos de circunstância que fizeram. A África do Sul é hoje o S que foi acrescentado aos BRIC. Os sul-africanos conhecem-nos porque são os representantes de um outro mundo a que pertencem e que já não é apenas Ocidental. A China é hoje um dos grandes investidores na África do Sul (como em muitos outros países africanos). Pretória ignorou os sucessivos pedidos de visto do Dalai Lama, muito mais próximo da humanidade de Mandela do que o vice-Presidente chinês. A realpolitik sobrevive.

3. David Cameron chegou mais cedo porque, nas suas próprias palavras, não queria perder nem um minuto da cerimónia. O líder britânico não anda na sua melhor forma e tinha a espinhosa missão de representar o colonizador. A triste ausência da Europa foi também uma das imagens da celebração ao “melhor de nós todos”. Estavam lá as suas cabeças coroadas a quem ninguém ligou particular importância. Estavam também os líderes das suas instituições e de muitos dos seus países. E, no entanto, a ausência da Europa foi indisfarçável. O seu lugar neste novo mundo ainda está por definir. François Hollande e Nicolas Sarkozy conversaram longamente (porventura sobre a tarefa impossível de governar a França ou de responder aos massacres africanos). O Presidente francês devia ter partido hoje directamente para Bangui, a capital da República Centro-Africana, mergulhada numa guerra fratricida e onde 1600 soldados franceses tentam colocar alguma ordem, às ordens das Nações Unidas e sem grande ajuda dos seus parceiros europeus. A França é assim e ainda bem. Também em 1992 François Mitterrand partiu inesperadamente para Sarajevo no final de uma cimeira europeia. Foi o primeiro líder a quebrar o cerco à cidade mártir da guerra dos Balcãs e a dizer aos sérvios que o seu mais forte aliado na Europa tinha perdido a paciência. Se o Presidente alemão estava lá, ninguém o viu. Pelo contrário, a ausência de Angela Merkel foi de uma enorme visibilidade. Talvez também porque a Europa ainda arrasta consigo “o fardo do homem branco”, nenhum líder europeu teve direito a discursar. Hoje a Europa, com todo o seu poder económico, vê a sua influência posta em causa pela China e pelo Brasil. Virada para dentro, vergada por uma crise que ninguém, fora das suas fronteiras, consegue compreender, não consegue ver a oportunidade de comprometer-se com esse mundo novo que encontrou o seu herói num homem que nasceu em África e que aprendeu o valor da dignidade, da liberdade e da democracia numa cela onde passou 27 anos. De Klerk percebeu que o fim da Guerra Fria apenas reforçaria o “cordão sanitário” que tinha sido criado à volta do seu país. Também ele esteve à altura do momento que a História lhe reservou. Hoje, foi mais aplaudido do que o próprio Presidente Zuma. Hoje, o mundo viveu um dia de esperança. Sem isso, lembrou Obama, a política é irrelevante.

In: http://www.publico.pt/mundo/noticia/um-homem-pode-mudar-o-curso-da-historia-pode-1615830

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Recurso: «Europa em movimento ...»


O recurso didático “Europa em Movimento” concretiza-se num kit pedagógico bilingue (versão portuguesa e versão inglesa) sobre a temática da cidadania europeia, com conteúdos multimédia interativos (vídeos, animações, quizzes) diferenciados para cada nível de ensino. Este produto pode ser utilizado pelos docentes como um recurso técnico-pedagógico para aplicar em contexto de sala de aula e pelos alunos como uma ferramenta de exploração individual de carácter lúdico-educativa.

Este recurso agrega quatro percursos sobre os temas da União Europeia e Cidadania, divididos pelos seguintes níveis de ensino:

• 1ºciclo do ensino básico - dos 6 aos 9 anos (http://www.cecoa.pt/Upload/Projetos/Nacionais/CIEJD/VERS%C3%83O%20PT/N%C3%ADvel%201/Web/Europa%20em%20Movimento%20-%20%20N%C3%ADvel%201/player.html)
• 2º ciclo do ensino básico - dos 9 aos 12 anos
• 3ºciclo do ensino básico - dos 12 aos 15 anos
• Ensino secundário e profissional 


Para saber mais: http://www.cecoa.pt/pt-PT/39/1/136/Projeto.aspx?AspxAutoDetectCookieSupport=1