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sábado, 30 de dezembro de 2017

2018 e seguintes / et suivants / and following: Afinal a Cooperação ... / Après tout, la Coopération ... / After all, Cooperation ...


Afinal a cooperação (a entreajuda) é tão importante, ou mais, do que a competição para a sobrevivência das espécies, como estuda este "sociobiólogo". Coisas que já intuíamos, mas que a ciência mais atual vem comprovar. Muito, muito importante, para os tempos que correm e para todos os que se lhe seguirem. Desfazendo mitos. Abraços e Beijinhos, votos de um Bom Ano (e todos os que se lhe seguirem).
 
After all, Cooperation (mutual help) is so important, or more, than competion for the species suvival, as this social biologist is studing. Things that we alraedy intuited, but that atual science can proof. This is very, very important not only for the times that we are living, but also for all the following. Clarifying old miths. Hugs and Kisses, greetings for the New Year (and all the following upcoming).

Après tout, la coopération (l'entraide) est aussi importante, sinon plus, que la compétition pour la survie des espèces, comme l'étudie ce «sociobiologiste». Des choses que nous avons intuitées, mais que la science la plus actuelle vient prouver. Très, très important, pour les temps qu' on vie et pour tous ceux qui suivent. Défaire les mythes. Je vous embrasse, voeux pour une Joyeuse et Bonne Année (et tout ceux qui suit).





segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Aprender a viver entre dois mundos ...






«(...) Normalmente, nos papéis que me davam na escola, eu escrevia sempre nas observações que tinha surdez severa e utilizava próteses auditivas. Resolvi tentar escrever isso em francês no tal campo, e assim que a senhora viu, desatou a berrar uma série de palavrões, dos quais só entendi mesmo “Handicapé?? Handicapé?? Comment on va faire?? Handicapé?!”. Em 20 anos de vida, nunca me tinham chamado “limitada” tantas vezes como naqueles 5 minutos.

Aos poucos fui-me adaptando à faculdade, (...) A Aurèlie já tinha acabado o curso na faculdade onde eu andava, por isso ajudou-me com apontamentos e conselhos, pelo que acabei por aprender mais com ela, no que nas aulas em si. Consegui passar os exames finais das cadeiras, com notas baixas, mas tive uma grande negativa num trabalho escrito. Tive de ir a segunda fase, conseguindo obter uma positiva boa e concluindo o ano. Mentalmente, revi a cara da senhora furiosa do primeiro dia e respondi-lhe “Handicapé oui, et alors?!”. (...)»

domingo, 1 de setembro de 2013

"Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos"!!

"(...) As mudanças que estão em curso vão ter de envolver, obrigatoriamente, cinco dimensões: a política, a tecnológica, a pedagógica, a curricular e a da formação de professores. (...)"

Muito bem escrito! Com base em autores e investigadores de referência a nível nacional (Vitor Teodoro, João Barroso, Anónio Dias de Figueiredo) - A não perder!!

Para ler mais: http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265


domingo, 5 de maio de 2013

«Ser professor é um inferno!», por Sérgio Niza


In: http://www.jn.pt/revistas/nm/Interior.aspx?content_id=2772827

O ensino simultâneo:
"(...) A estrutura de ensino simultâneo - todos a aprender a mesma coisa ao mesmo tempo - vem do século xvii e ainda perdura apesar de se saber desde os anos vinte do século xx que é um modelo esgotado. O professor dá uma lição, depois faz uma pergunta, escolhe um aluno para responder e avalia o trabalho substancial que é feito em casa. O principal problema da escola está neste modelo de não-comunicação em que o professor usa mais de três quartos do tempo da aula para falar sem que os alunos participem ou estejam envolvidos. Assim não há diálogo possível. Poderá algum jovem ou criança suportar isto? (...)"

A cooperação - "a melhor maneira de competir":
"(...) Não temos uma escola democrática, os alunos não participam na organização das aprendizagens e no ensino. Quase quatro décadas depois do 25 de Abril, lamento que os governantes não tenham aprendido que a melhor maneira de competir é pela cooperação - os desportistas de equipa, por exemplo os futebolistas, sabem-no bem. Ao invés, nós pusemos os alunos a competir com os colegas e os professores uns com os outros, o que empobrece o trabalho realizado. Esta ideia de transformar a escola, que deve ser um centro vivo de cultura, numa empresa é uma ilusão perigosa. E o sistema de vigilância e punição que está a montar-se para alunos e professores vai tornar a escola ainda mais desumana do que já é. (...)"


As "novas" metas:
"(...) O discurso oficial é que sim, que servem [os interesses dos alunos e dos professores]. Mas não é verdade, não servem porque empobrecem o curriculum, o trabalho intelectual dos professores e dos alunos. Estas metas não trazem uma vantagem cultural e de socialização acrescida às aprendizagens, à escola e à sociedade. (...)"